quarta-feira, 18 de maio de 2011

II Goiania Opera Festival




Essa semana tem II Goiânia em Ópera, o maior evento de musica classica do centro oeste, segue abaixo a programaçao, e conto om a presença de todos!


quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

2 de dezembro é o Dia Nacional do Samba

Você sabia que o dia 2 de dezembro é o Dia Nacional do Samba?

Mas por que justo no dia 2 de dezembro? O motivo é curioso: Ary Barroso , um dos maiores compositores brasileiros de todos os tempos compôs o samba Na Baixa do Sapateiro, que tinha uma letra que exaltava a Bahia, sem nunca ter visitado nenhuma cidade baiana.

Mas na primeira vez que ele pisou em Salvador, num dia 2 de dezembro, o vereador baiano Luís Monteiro da Costa aprovou uma lei que declarava que aquele dia seria o Dia Nacional do Samba, numa forma de homenagear o compositor.

A partir desse acontecimento a data tornou-se um dia para se comemorar toda a riqueza do samba, um dos principais patrimônios culturais brasileiros.

Atualmente somente duas cidades costumam comemorar o Dia do Samba: Salvador e Rio de Janeiro. Em Salvador sempre tem grandes shows lá no Pelourinho, com artistas e cantores famosos e com os sambistas locais.

Alguns como Nelson Rufino, Walter Queiroz, recebendo convidados como Paulinho da Viola, Elza Soares, Dona Ivone Lara. No Rio de Janeiro a festa fica por conta do animadíssimo Pagode do Trem.

No Dia do Samba o pessoal se reúne lá na Central do Brasil, lota um trem inteirinho e vai tocando e cantando até o bairro de Oswaldo Cruz, onde lá formam-se várias rodas de Samba.

Os vagões vão sempre lotados e em cada vagão vai um grupo que agita as rodas de Samba do Rio de Janeiro, incluindo grupos com sambistas famosos e locais.

Alguns vagões levam os repórteres e outros da mídia que aparecem por lá para registrarem o fato. A Beth Carvalho costuma aparecer por lá para dar aquela força.

Fonte: CEDI Câmara dos Deputados


Segue o link do disco de Ary Barroso, que contem esta musica, perfeito, recomendo a todos!!!!

Download: Ary Barroso - Encontro com Ary - 1955

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Marcelo D2 - Canta Bezerra da Silva - 2010

Sou muito suspeito em falar em Marcelo D2, na minha opiniao ele é um genio, pois soube aproveitas todas as migalhas e os bons banquetes que a musica pode oferecer, criador do samba com o rap? Rappin' Hood ja falava isso a mil anos antes, apologia a maconha? Bob Marley é o rei, mas que Marcelo D2 soube fazer a diferença,e tudo o que poe a mao vira suceso isso é indiscutivel, esse novo trabalho prima pela simplicidade, e é o que o samba é,e tambem o que Bezerra da Silva representa,espero que gostem, por isso, deleitem-se!!!
Daniel de Mello e a Musica da Minha Gente

Bezerra da Silva, o “embaixador das favelas”, morreu em 2005. Com ele, morreu o sambandido — termo híbrido (samba + bandido) usado para definir o samba de morro feito na língua da malandragem. Na escola das quebradas, Bezerra era professor: cantava as favelas cariocas sem o véu do lirismo que, até os anos 70, privou a música brasileira do contato com a realidade nua e crua.
Agora, o rapper Marcelo D2 revisita a obra do ídolo em um ótimo disco de samba: Marcelo D2 canta Bezerra da Silva (EMI, R$ 20,00), que acaba de chegar às lojas, é um trabalho inusitado dentro de sua discografia. É a primeira vez que Marcelo canta samba sem recorrer a samplers e misturas, mantendo os arranjos originais das faixas regravadas. “Quis fazer um disco que ele (Bezerra) ficasse satisfeito quando ouvisse”, explica.
O resultado surpreende positivamente pela sonoridade retrô (coro feminino e instrumentos tradicionais) e pela concepção purista, que o artista reforça através da arte gráfica do CD — a capa faz uma citação explícita ao álbum Eu Não sou Santo, gravado por Bezerra da Silva em 1990. A diferença é que os revólveres, que na foto original aparecem nas mãos de Bezerra, foram trocados por microfones.
A primeira audição deixa claro que Marcelo D2 não é um intérprete de samba. Mas, pelo respeito à obra do homenageado, merece um voto de confiança. Produzido sem muito planejamento — o cantor não fez preparação vocal ou ensaio — o disco tem a espontaneidade que falta às gra’vações atuais de samba. Nada de vozes rigorosamente afinadas; o que prevalece é o clima de pagode de domingo, feito no fundo do quintal com muita cerveja e churrasco. “A memória mais antiga que tenho é de ouvir Bezerra da Silva no quintal de casa, ainda moleque”, conta D2.
Uma das preocupações do cantor foi a de gravar um repertório menos sobrecarregado de músicas sobre drogas. Assim como Marcelo, Bezerra tinha predileção por letras que falavam do universo de traficantes e usuários. E isso, na visão do artista, seria uma solução óbvia e oportunista. “Eu fumo a erva, mas o tráfico é ruim para todo mundo”, avalia.
As exceções são Partideiro sem Nó na Garganta (“Eles dizem que fumo maconha/ Que ando com a venta entupida de pó/ O que vem de baixo não me atinge”), Malandragem Dá um Tempo (“Vou apertar, mas não vou acender agora/ Se segura, malandro, pra fazer a cabeça tem hora”) e A Semente (“Meu vizinho jogou uma semente no meu quintal/ De repente brotou um imenso matagal”).
As outras 11 faixas são clássicos indiscutíveis do sambandido e não livram a cara de ninguém: em Meu Bom Juiz, o sambista faz uma crítica social ao alertar para o tratamento diferenciado que ricos e pobres recebem nos tribunais; em Pega Eu, faz uma crônica humorada sobre um ladrão dominado pelo arrependimento depois de roubar alguém mais pobre do que ele; em Pai Véio 171, tira onda com um pai-de-santo fajuto que só pensa em dinheiro.
Bezerra da Silva raramente compunha. Gostava mesmo era de cantar sambas compostos pelos amigos, muitos deles moradores das favelas que ele frequentava: Cantagalo, Juramento, Rocinha, Babilônia, Formiga, Cidade de Deus. Era como se fosse o autor daquelas letras. Por isso, era chamado de “porta-voz dos morros e da malandragem”. Interpretá-lo não é tarefa fácil, mas Marcelo D2 conseguiu.
Uma das explicações possíveis para o sucesso da empreitada é a semelhança entre o samba de Bezerra e o rap de Marcelo. Ambos são fincados na mesma tradição da gíria. “E, além disso, a divisão rítmica dos sambas que ele gravava favoreciam a fala dentro da música, sempre com muitas rimas espertas”, explica o cantor. Em seu sexto disco de carreira, Marcelo D2 acertou a mão.

Download:
Marcelo D2 - Canta Bezerra da Silva - 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Pedro Miranda - Pimenteira - 2009

Há um bom tempo não faço postagens no blog devido uma proibição do Google, mas realmente nao poderia privar voces de tanta musica boa neste nosso país, por isso retomo as atividades do blog Música da Minha Gente, espero que gostem, obrigado pelos acesso e emails, a cultura agradece.
Por isso, deleitem-se!!!
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

Pedro Miranda novamente veio pra nos ajudar a ouvir o que é bom, a quem diga que sua saida d ogrupo semente foi uma perda enorme, nao falo o contrario, mas na companhia de sua nova empreitada, está fazendo jus ao que sempre quis fazer, nos brindar com um bom samba!
Recheado de sambas inéditos, Pimenteira é o segundo disco de Pedro Miranda, uma das mais importantes vozes da nova geração de sambistas cariocas. Com repertório dos mestres Nelson Cavaquinho, Elton Medeiros, Nei Lopes e Paulo César Pinheiro e dos jovens Eduardo Krieger, Moyseis Marques e Rubinho Jacobina, entre outros, passando pelo compositor baiano Roque Ferreira, que assina a faixa-título, o CD tem a produção do experiente violonista Luís Felipe de Lioma e a presença de músicos do primeiro time de samba. É um disco que transborda emoção e bom humor, para se ouvir com toda atenção, mas tembém para tocar nas pistas de dança. Como escreve Elton Medeiros no texto do encarte: "Pimenteira resgata o nosso prazer solene de ouvir sambas, assim como o nosso orgulho pela tão amada cultura brasileira". O veterano compositor aposta firme: "este disco tem cheiro de sucesso".


Download: Pedro Miranda - Pimenteira - 2009

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Adriana - Antologia - 2010


Mais um pedido, atendido aqui pelo Música da Minha Gente, poucas pessoas ainda tem o valor na musica brasileira e entao estou aqui, ate nao sei quando, por isso, deleitem-se!!!
Abraços
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

Adriana, carioca da gema nascida em 1953, teve sua carreira no final da jovem guarda, decada de 60, seus sucessos incluem "Anjo Azul" (de Nonato Buzar, selo Equipe, 1967, regravada com mais sucesso por Wilson Simonal com título "Vesti Azul") e "Justo Nesta Noite" (de Luiz Wagner e Tom Gomes; selo Odeon, 1970). Seus primeiros compactos incluíram duas composições de Carleba (ex-Raulzito e Os Panteras) "Volta Pra Mim" e "Viu" (esta em parceria com Cury) e "O Que Me Importa" (de Cury sozinho e a mesma balada-soul regravada com mais sucesso por Tim Maia e Marisa Monte). Continua se apresentando em shows e gravando ocasionalmente.

Download: Adriana - Antologia - 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Vocês venceram a batalha mas nao a guerra!


Amigos sinto muito pela demora nas postagens, mas está havendo uma briga enorme com a minha pessoa, e o Google, (administradora do blogger, e a APCM (Associação Antipirataria de Cinema e Música), eles estao tirando meus discos do blog, dizendo que eu contribuo com a pirataria, tem cabimento isso?, justo eu que contribuo com a cultura nesse país! faço lembrar dos esquecidos, e trago a tona, genios que ninguem mais lembrava!
por isso nao haverá mais postagens, porque eles ganharam a batalha, mas nao a guerra.
Mas calmem, nao me dei por vencido ainda! acabo de obter uma conta, e agora nosso portal será www.musicadaminhagente.com.br, será melhor para todos, pois o dominio ja é meu e ninguem tasca, fica aqui meus sinceros agradecimentos, nestes mais de dois anos com postagens e mais, mas muito mais mesmo de cem mil downloads, acho que fiz minha parte na cultura musical deste país, mas voltarei, e voltarei com a corda toda!
e quando ja tiver o site no ar o site, avisarei a todos, por isso peço que deixem aqui seus emails para retornar depois, enquanto isso, deleitem-se com os discos que sobraram, poque a qualquer momento o blog sai do ar.

Abraços

Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

sábado, 22 de maio de 2010

Pery Ribeiro - Pery Ribeiro - 1971


A minha maior satisfação é o de ver pessoas felizes, fica aqui mais uma contribuição para alguem que por uma musica tem excelente recordação na vida, póis a musica na verdade é isso, serve como trilha sonora para momentos bons ou ruins, e este espero que seja para bom, mais um parceiro, leitor, e apreciador da boa musica, Dr. Nivaldo, que me pediu a musica menina dos olhos tristes, e estou aqui disponiblizando de meu pequeno acervo a musica, espero que se sinta feliz com esta postagem, pois sei que a boa musica serve justamente para acalentar nossos corações, fica aqui minha pequena parcela
desde ja agradeço nao somene ao Dr Nivaldo, mas a todos que de alguma forma fez e faz desse blog um dos melhores
abraços musicais
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

sexta-feira, 23 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Discografia Antonio Nobrega

Amigos, Amigos, Amigos, sei que estava em falta com voces, dei uma pausa nas postagens porque as coisas aqui estao tensas, mas agora venho me desculpar com a discografia, issomesmo disse discografia, deste que sem duvidas, é um dos maiores artistas brasileiros, estou falando dele, Antonio Nobrega, um trabalho primoroso, que mistura o popular e o erudito, nao esquecendo das nossas culturas, e regionalismo, aconselho a todos baixarem e guardar estes trabalhos, pois reunido no mesmo lugar na net ninguem acha, por isso, deleitem-se!!!

Abraços


Daniel de Mello e a Música da Minha Gente









07 - Antonio Nobrega - Nove de Frevereiro 02 - 2006

Antonio Carlos Nóbrega nasceu em Recife, em 02 de maio de 1952 é um dos nossos melhores artistas sem sombra de duvidas.
Filho de médico, estudou no Colégio Marista do Recife. Aos 12 anos ingressou na Escola de Belas Artes do Recife. Foi aluno do violinista catalão Luís Soler e estudou canto lírico com Arlinda Rocha.
Com sua formação clássica, começou sua carreira na Orquestra de Câmara da Paraíba em João Pessoa, onde atuou até o final dos anos 60. Na mesma época participava da Orquestra Sinfônica do Recife, onde fazia também apresentações como solista.
Como contraponto à sua formação erudita, Antonio Nóbrega participava de um conjunto de música popular com suas irmãs.
"Só que a música popular que eu compunha e tocava era a das rádios e da televisão: Beatles, Jovem Guarda, a nascente MPB, Caetano Veloso, Edu Lobo". dizia ele.
Em 1971 Ariano Suassuna procurava um violinista para formar o Quinteto Armorial e, após ver Antônio Nóbrega tocando um concerto de Bach, lhe fez o convite que mudaria completamente sua carreira musical.
Antônio Nóbrega, que até essa ocasião tinha pouco conhecimento da cultura popular, passou a manter contato intenso com todas suas expressões como os brincantes de caboclinho, de cavalo-marinho e tantos outros, que passou a conhecer e pesquisar.
Nóbrega revelou-se um fenômeno, ao conseguir unir a arte popular com a sofisticação. É, literalmente, um homem dos sete instrumentos, capaz de cantar, dançar, tocar bateria, rabeca, violão etc. Realizou espetáculos memoráveis em teatros do Rio de Janeiro e de São Paulo, com destaques para Figural (1990) e Brincante (1992). Figural é um espetáculo em que Nóbrega, sozinho no palco, muda de roupa e de máscaras para fazer uma das mais ricas demonstrações da cultura popular brasileira e mundial.
Terminou em 12 de novembro de 2006 a temporada paulistana do espetáculo 9 de Frevereiro, e, em seguida, iniciou a temporada carioca. Este espetáculo, cujo nome é uma alusão ao carnaval pernambucano e um trocadilho com frevo, explora várias formas de se tocar frevo: com uma orquestra de sopro, com um regional, com violino e percussão etc. Também há várias das formas de se dançar frevo: com apenas um dançarino (Nóbrega) em passos estilizados de dança moderna, com vários dançarinos em passos de frevo, com e sem sombrinha e até o público todo, em ciranda de frevo. Como não poderia faltar em um espetáculo enciclopédico sobre o frevo, há pelo menos dois momentos didáticos: em um a orquestra explica várias modalidades e costumes do frevo, e Antonio Nóbrega ensina uma pessoa da platéia a dançar frevo.
Como sempre, Nóbrega é praticamente desconhecido na televisão do Brasil. Apesar disso, seus espetáculos são extremamente concorridos.

Perfeito recomendo.


quarta-feira, 17 de março de 2010

MÚCIO GUIMARÃES
DJ & MÚSICO PERCUSSIONISTA

Discotecando há 06 anos, Múcio Guimarães, que reside em Goiania, já se apresentou ao lado de grandes nomes da música brasileira e internacional: Seu Jorge, Zeca Baleiro, BNegão, Mundo Livre S.A., Banda Canastra, Chico Correa, MPB4, Negra Li, Curumin, Paulo Moura, Guinga, King Automatic (FRA), Conrad Keuchenmainster (ALE); dividindo também a cabine com dj's conhecidos internacionalmente: Dj CIA, Dj Spin Easy (Snoop Dogg Warm Up Dj – EUA), Dj Marcelinho da Lua, KL Jay (Racionais MC’s), Dj Primo (Marcelo D2/João Donato), Dj King, Dj Heron, Dj Flash, Dj Milk, Dj Puff, Dj Farrapo (ITA), Dj Barata (Criolina), e muitos outros.

DJ residente dos projetos:
- Favela CHIC (House Garden - GO)
- InSOMnia (FICTION - GO)
- Noite do Vinil (Rock n`Gol - GO)

Seu trabalho consiste na fusão dos estilos mais variados, como o samba, samba-rock, chorinho, jazz, salsa, soul, funk 70’, nu’ grooves, break beat, hip hop, blues e rock, que, harmoniosamente são "pincelados" pela música orgânica, tocada ao vivo pelo dj e percussionista.


www.twitter.com/djmucio
www.facebook.com/djmucio
www.myspace.com/djmucio
www.flickr.com/photos/djmucio

Contatos:
62-84214643
62-78138951

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Quem tem medo de gente nas ruas?

Foi um fato que ocorreu em nossa cidade este ano no periodo de carnaval.
Toda a arte goiana e midia "marginal" está a par da situação, como sempre, somos nos mesmos que temos que fazer algo, divulgar o ocorrido, e tormarmos soluçoes cabiveis, entao nossa obrigação é o de alertar a massa, peço entao que leiam e reflitam, nao costumo colocar texto somente nas postagens mas essa é diferente, é o acumulo da ignorancia e repressao cultural, e gostaria de ver o resultado nos comentarios, fica aqui meu pesar de conduta daqueles que se acham a lei, e donos da razão, mas digo uma coisa, de todo o coração, pois o povo só nao vai mais mal, porque o pobre ainda faz carnaval.
Abraços
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

Quem tem medo de gente nas ruas?

Goiânia não tem tradição de carnaval de rua. Quando me mudei pra cá, há 16 anos atrás, vindo das Minas Gerais com minha família, praticamente não se ouvia falar de nada. Compareci certa vez a um dos desfiles das escolas de samba, que me parece ter sido o último antes do ostracismo que precedeu o recente retorno, no ano passado.
O retorno do carnaval de rua de Goiânia teve inicio no ano de 2006, quando o percussionista Alemão mobilizou o grupo que coordena, Coró de Pau, junto a outros grupos da cidade, como o Vida Seca, que eu participo, para realizarmos o encontro de blocos de rua durante o carnaval. Em 2007 ocupamos a Rua do Lazer e outras ruas do centro, realizando o desfile dos blocos e shows num palco montado no calçadão da citada rua.

Foram sucesso as duas edições realizadas por lá, em 2007 e 2008. Não houve registros de nenhum tipo de violência, e mesmo a PM não foi ostensiva como começou a ser a partir do ano passado. Com o retorno das escolas de samba, o carnaval passou então a ser realizado na Av. Araguaia, no trecho entre o Bosco Botafogo e o Parque Mutirama, no centro.

Mas ai é que tivemos a surpresa ao perceber que o contingente policial era muito grande, com presença da cavalaria e das tropas de choque, como a temida Rotam. Logo ali começamos a sentir saudades dos dois anos de Rua do Lazer. No entanto não nos abatemos e fomos para a folia. Ao final do primeiro dia de festa conhecemos então a equivocada e truculenta estratégia da PM goiana: dispersar o público logo ao final dos shows com um arrastão da cavalaria, truculento e agressivo, com pessoas agredidas no último dia de folia. Ali em 2009 já tivemos uma prévia do que aconteceria este ano.

Novamente estávamos lá na Av. Araguaia para apresentar o trabalho desenvolvido ao longo do ano e celebrar o carnaval. Novamente um ostensivo contingente policial. Mas agora a avenida cercada por grandes de contenção, numa tentativa totalmente oposta ao espírito do carnaval, pelo menos o cultivado pelos blocos de rua, que é o dos foliões estarem lado-a-lado com os blocos, numa simbiose que produz a verdadeira catarse carnavalesca.

Mesmo diante desses decepcionantes fatos tivemos a grandeza de nos divertir, com muita alegria, sem nenhum incidente. Ao final do show do grupo De Volta ao Samba, entra em cena a tragédia montada pela PM goiana. Uma linha de cavalaria se postou em frente ao palco, com policias a pé entre os cavalos e outros vindos pelas laterais. Começaram a avançar sobre o público, forçando uma retirada sem sentido, pois a festa havia acabado há poucos minutos, num horário inacreditável para uma folia de carnaval: 0h30. Além disso, onde está o direito de ir e vir, de ocupar os espaços públicos? O fato é que logo alguns homens da cavalaria começaram a se exaltar e manobrar agressivamente seus cavalos, spray de pimenta começou a ser disparado contra todas e todos e as cacetadas foram distribuídas sem nenhum comedimento, em mulheres e homens, em quem estivesse na frente dos ferozes policiais. Câmeras fotográficas que registravam as agressões foram roubadas e destruídas. Cinco pessoas que não fizeram nada foram presas por desacato, também de maneira brutal.
Mesmo depois de dispersarem as pessoas do trecho cercado, os policiais partiram para cima das pessoas que estavam no posto de gasolina próximo ao supermercado Tático e continuaram a agredir com cacetadas e spray pimenta.

Não nos intimidamos, apesar de agredidos brutalmente, e nos dirigimos ao 1º DP para prestar queixa e protestar pela libertação dos detidos. Nossa presença irritou os PMs que voltaram a nos ameaçar e agredir verbalmente, chegando a ponto de soltar bombas de efeito moral no pátio do DP.

Eu particularmente, depois de levar uma cacetada na cabeça da cavalaria, spray de pimenta na cara e apanhar com cacetadas de um policial a pé, ainda fui ameaçado de prisão no DP por estar “falando demais”. Outras pessoas foram ameaçadas por estarem fazendo o mesmo, usando nossas terríveis armas, as palavras. Nos jornais do dia seguinte a esdrúxula justificativa policial: alguém teria lhes alvejado com um perigoso copo plástico cheio de cerveja. Será isso um motivo razoável para agredir dezenas de pessoas? Será um copo plástico uma verdadeira agressão a alguém com colete a prova de bala? Não seria o caso então de buscar identificar a pessoa e prendê-la, isso olhando pela lógica da PM?

Enganam-se eles e o poder público reacionário de Goiânia quando pensam que vamos ficar quietos diante dessa agressão. Eles podem não acreditar no carnaval, os primeiros pela sua intrínseca brutalidade e os segundos por estarem permeados por religiosos que desprezam o carnaval, por ser uma festa pagã.

O direito de estar nas ruas seja no carnaval ou em qualquer outra ocasião não pode ser tirado do povo, mas é exatamente isso que o poder em Goiânia quer fazer: intimidar e controlar aqueles que querem ocupar espaços públicos para protestar, se divertir, ser irreverente, ser feliz. Mas não adianta, pois a brutalidade, o atraso que representam é um estímulo para aqueles que acreditam que isso está errado e deve mudar. A mobilização já começou e vai continuar e voltaremos a ocupar as ruas, no carnaval e quando for necessário para manifestarmos qualquer coisa, pois a rua não é da polícia, não é do bandido, muito menos dos políticos, a rua é da gente que gera toda a riqueza e a beleza desta terra, que sofre com a vergonha e a brutalidade impostas por todos aqueles que tem o poder instituído em suas mãos.

Este texto foi retirado do blog parceiro, Arteiro.blogspot.com, criado e criado pelo musico e jornalista Roqueto, deixo aqui suas palavras.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Umbando - Umbando - 2009


Quando criei este blog, o principal objetivo sempre foi de colocar musicas e discos perfeitos, dar espaço aos novos e resgatar o bom som, então a frase que eu mais ouvia aqui na cidade de Goiânia-Goiás, era: Você conhece o Umbando?, Você vai colocar o cd do Umbando no blog?
Confesso que fiquei intrigado em saber quem era tal banda, entao fui atraz, e me deparei simplesmente como um dos melhores grupos que ja ouvi, uma sonoridade impar, arranjos que me chamaram muito a atenção, uma viagem de som que vai do tradicional, ao regional, e porque nao dizer rural.
Aconselho a todos baixarem este disco e nao so ouçam, mas escutem com atenção cada detalhe e cada frase, porque a musica é isso, é sentir o que o artista está falando, querendo nos passar algo que certamente alegrará nossa alma, e como pesquisador falo sem medo, um dos melhores discos de 2009 e tambem um dos melhores discos que ja ouvi,
por isso, Deleitem-se!!!
Abraços
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

O Umbando nasceu espontaneamente em 2001, a partir de reuniões informais entre amigos em um estúdio de ensaios desativado do cerrado goiano.
Agora em 2009, após 8 anos de estrada, o Umbando (finalmente) lança seu primeiro CD, com 12 músicas totalmente autorais.
As 11 canções e uma faixa instrumental transitam pelas avenidas urbanas do Brasil e também por suas trilhas rurais, mesclando percussão afro-brasileira com a tríade guitarra-baixo-bateria e instrumentos da tradição musical do país, como violões, viola , flautas...

Baixe o CD do Umbando e pague o quanto quiser!

O Umbando está disponibilizando em seu website o seu CD completo, com encarte, letras e tudo o que você tem direito.
Você não precisa pagar nada para baixar o CD, mas, se quiser, pode pagar o quanto quiser. Se você gosta da banda e do som que ela faz, pode fazer um donativo no valor que achar que a banda merece.
Acessem o site da banda e entrem em contato, façam seu preço, e vejam como fazer para enviar o valor, com certeza o mundo da música agradece, porque assim com esta atitude, mais e mais trabalhos virão e mais discos de qualidade tambem e o principal, mais incentivo voces darao aos artistas de continuarem seu belo trabalho.




Download: Umbando - Umbando - 2009

Morre Mais Um Gênio da Nossa Música, O Mestre Arnauld Rodrigues - 06/12/1942 - 16/02/2010

Arnaud Rodrigues - Som Do Paulinho - 1976

Mais uma perda para nossa cultura morre o impagavel Arnauld Rodrigues, artista impecavel, de interpretações perfeitas, um dos maiores comediantes e letristas do país, uma perda memoravel, junto com o parceiro Chico Anysio fez canções e interpretações que nunca iremos esquecer, vai fazer muita falta, fica aqui nossas condolencias a familia, e uma pequena homenagem a um artista que realmente fez diferença, por isso, deleitem-se!!!
Abraços
Daniel de Mello e a Música da Minha gente


Morreu o multiartista Antônio Arnaud Rodrigues, mais conhecido como Arnaud Rodrigues.Arnaud nasceu em Serra Talhada, Pernambuco, em 6 de dezembro de 1942. Artista de 68 anos estava em uma embarcação que virou e afundou no lago da Usina Hidrelétrica de Lajeado, no Tocantins, nesta terça-feira de carnaval dia 16 de fevereiro.
Segundo o Corpo de Bombeiros, havia nove pessoas na embarcação, incluindo o piloto, que está desaparecido. A mulher e dois netos de Arnaud Rodrigues estavam no barco, mas sobreviveram ao naufrágio. Equipes da Marinha e dos Bombeiros fazem buscas no local.
Fonte: Estadão

Arnauld Rodrigues gravou tambem um disco memoravel com outro artista que é um dos melhores ja passados pela nossa terrinha, Chico Anysio, Baiano e Os Novos Caetanos, disco de 1974, que teve uma repercussao otima na epoca, e que até hoje é muito procurado nas prateleiras de discos, tambem disponivel aqui no Música da Minha Gente.

Além de voltar para a Praça É Nossa este ano, Arnauld estava com diversos projetos na cidade de Tocantins. Construção de moradias populares, além de sua volta à TV. Ele estava acertando um programa de variedades, entrevistas e humor em uma televisão pública local. Já tinha até nome: Chocolate. Ele me dizia que este nome foi dado porque chocolate é uma coisa que todo mundo gosta.
Rodrigues morava há dez anos na capital do Tocantins. Ele escolheu o local, pois era um lugar novo e tranquilo para se viver. Na época, o comediante foi conhecer a cidade, fez muitos amigos e resolveu se mudar.
Fonte: Entretenimento


Download: Arnaud Rodrigues - Som Do Paulinho - 1976

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Coleção Música da Minha Gente - Wilson Simonal - 2010

Ouviu-se muito em falar no mestre Simonal no ultimo ano, mas justamente pela injustiça feita, Simonal é um mestre, o primeiro artista a lotar um estadio, um militante, um verdadeiro humanista, é de chatear em saber que o Brasil é assim mesmo, só reconhece os proprios artistas depois que morrem, mas fazer o que, é o nosso pais, tem uma musica no disco do Zé Ramalho Nação Nordestina, chamada, "O Meu País", se nao coneguirem achar me avisem que posto aqui pra voces, mas é so pra voces sentirem o que eu to falando, fico na felicidade deste post e espero que gostem tambem, por isso, deleitem-se!!!
Abraços
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

Wilson Simonal de Castro (Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 1939 — 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 1960 e 1970.
Simonal teve dois filhos, também músicos - Wilson Simoninha e Max de Castro.
Começou a carreira cantando em bailes do 8º grupo de Artilharia da Costa, cantando também em inglês, rock e calipsos. Em 1961 foi crooner do conjunto de calipso Dry Boys, fez parte do conjunto Os guaranis. Se apresentou no programa Os brotos comandam, sendo apresentador do programa Carlos Imperial. Cantou nas casa noturnas Drink e Top Club. Foi levado por Luiz Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli para o Beco das Garrafas, que era o reduto da bossa nova.
Em 1964 viajou pelas América do Sul e América Central, junto com o conjunto Bossa Três, do pianista Luís Carlos Vinhas. De 1966 a 1967 apresentou o programa de TV, Show em Si …monal, pela TV Record - canal 7, de São Paulo. Seu diretor era Carlos Imperial. Se revelando um show man, fez grande sucesso com as músicas País tropical (Jorge Ben), Mamãe passou açúcar em mim, Meu limão, meu limoeiro, Sá Marina (Antonio Adolfo/Tibério Gaspar), num swing criado por César Camargo Mariano, que fazia parte do Som Três, junto com Sabá e Toninho, que foi chamado de pilantragem.
Em 1970 acompanhou a seleção brasileira de futebol à Copa do Mundo, realizada no México, onde tornou-se amigo dos jogadores de futebol Carlos Alberto, Jairzinho e do maestro Erlon Chaves.
Nesta época, Simonal era um cantor bastante assediado pela imprensa e pelos fãs e vivia o auge de sua carreira.
No início da década de 1970, Simonal sofreu um desfalque na empresa que possuía e brigou com seu contador por conta das questões financeiras e fiscais. Este contador era o contador de diversos atores e diretores da Globo e, revoltado com a postura de Simonal, acabou se aliando com o diretor João Carlos Magaldi, que detinha um poder enorme de comunicação (ele era exatamente o diretor da Central Globo de Comunicação) e juntos inventaram um boato terrível sobre Simonal visando especificamente destruir completamente a carreira do cantor. Ou seja, como eram os anos da ditadura e a Globo era o porta voz dessa ditadura, Magaldi inventou que Simonal era alcagüete, dedo duro, e que estaria dedurando grande parte da classe artística para a polícia.
Durante os interrogatórios, Simonal foi acusado de ser informante do Dops. A repressão imposta pela ditadura militar brasileira, e levaram os jornalistas da época a acreditar que Simonal fôsse informante do SNI. O jornal alternativo O Pasquim acusou-o de dedo duro e Simonal ficou desmoralizado no meio artístico-intelectual e cultural da época e sua carreira começou a declinar.
A classe artística inteira e o público voltou-se contra Simonal. E com isso a carreira do cantor foi completamente destruída por um boato gerado dentro da Central Globo e, até a sua morte, ele jamais conseguiu recuperar-se da fama de traidor, embora esta “traição” tivesse sido amplamente desmentida.
Simonal caiu no ostracismo a partir da década de 1980, e sempre negou veementemente todas as acusações. Porém tornou-se deprimido e vítima do alcoolismo e morreu de complicações decorrentes do vício.
Em 2002, após sua morte, a família do cantor requisitou abertura de processo para verificar a acusação de informante do regime. Foram reunidos depoimentos de diversos artistas, além de um documento datado de 1999 em que o então secretário de Direitos Humanos, José Gregori, atestava que não havia evidências - fosse nos arquivos do Serviço Nacional de Informações (SNI) ou no Centro de Inteligência do Exército - de que Simonal houvesse agido como delator. Como resultado, o nome do músico foi reabilitado publicamente pela Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em 2003.
Independente de qualquer acusação política, porém, o legado artístico de Wilson Simonal vem ganhando cada vez mais reconhecimento pela história da Música Popular Brasileira, onde é considerado um dos melhores cantores.

Citação:

“(…) quando surgiu o cantor no Beco das Garrafas, Simoral era o máximo para seu tempo: grande voz, um senso de divisão igual aos dos melhores cantores americanos e uma capacidade de fazer gato e sapato do ritmo, sem se afastar da melodia ou apelar para os scats fáceis”.
CASTRO, Ruy - Chega de saudade - 1990 - Cia. das Letras - ISBN 9788571641372

Filme:

Documentário de Micael Langer, Calvito Leal e Cláudio Manoel sobre a vida do cantor que conseguiu status de estrela numa época em que no Brasil isso era raridade para artistas negros, jogando luz sobre um incidente nunca esclarecido, envolvendo agentes do DOPS e um ex-empregado seu.
Simonal - Ninguém Sabe o Duro que Dei (Brasil, 2009)

Fonte: Last FM



Download: Coleção Música da Minha Gente - Wilson Simonal - 2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Garrafieira - Garrafieira - 2004

Sonoridade e graça relembrando maravilhas de nossa musica, é o que é, simplesmente Garrafieira, esse disco é maravilhoso, suave, nostalgico, e com uma pitada de atualidade, simplesmente perfeito, pra quem nao conhece, baixem ouçam, e me falem o que acharam, enquanto isso, Deleitem-se!
Abraços
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

Para quem enxerga – e escuta – a música brasileira da maneira mais planetária possível, o Garrafieira, é receita infalível. Samba, tanto pagode quanto jazz, bossa, baião e até música eletrônica, reunidos com a intensidade das orquestras e o insuspeito despojamento de quem trata música popular como coisa abrangente.
O grupo é formado por Gabriel Improta (guitarra, violão), Marcelo Bernardes, Thiago (saxofones), Alexandre Caldi (flauta), Darcy da Cruz (trompete), Rodrigo Villa (baixo), Cassius (bateria), além da participação de Mariana Bernardes, no vocal pra lá de cristalino.
Egressos do atual circuito de samba e choro da Lapa (RJ), o grupo se reuniu há alguns anos e desde então vem agregando adeptos de segmentos bem distintos – distinção também no sentido utilizado pelos antigos malandros do bairro carioca. Nos estatutos do Garrafieira, a ordem é congregar, sendo permitido subverter a tradição, sem abrir mão das referências e até de alguma reverência.

Quer saber Mais: Clique aqui

Download: Garrafieira - Garrafieira - 2004

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Banda Glória Convida Cristina Buarque - 2008


É a perfeição em forma de disco, Cristina é a representante da historia do samba, meu sonho é saber 1/3 do que ela sabe, e do outro Banda Glória, com maestria e beleza nos arranjos, como todos sabem nao posto lançamento, mas nao resisti e coloquei este em forma de agradecimento aos acessos,e tambem voces merecem, por isso, Deleitem-se!!!
Abraços
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

O repertório do terceiro CD da banda foi escolhido a dedo por Cristina. O disco é composto por 14 faixas, incluindo canções inéditas de Cartola (Um casal que chora) e Candeia (Bemóis). Liderados pelo violonista Fred Mazzuchelli, os experientes músicos da Banda Glória criam diversos climas para as interpretações de Cristina: são sambas-canção, sambas de morro, marchinhas e outras levadas em composições de Ataulfo Alves, Mario Lago, Lupicínio Rodrigues e muitos mais.
O álbum “Banda Glória Convida Cristina Buarque e um verdadeiro presente para quem aprecia a boa música brasileira pois promovem o casamento perfeito de vozes, ritmos e paixões pelo patrimônio cultural: de um lado, a Banda Glória, consagrada no cenário de São Paulo por promover noitadas dançantes que exaltam a beleza de sambas, chorinhos e outros ritmos; de outro, Cristina Buarque, cantora portelense, figura importante na perpetuação de obras de sambistas da velha guarda, que convive com o samba desde sua infância - os pais tocavam piano, sua irmã Miúcha já cantava e tocava violão, e o irmão Chico Buarque estava para se tornar um dos compositores mais representativos da música brasileira.


Banda Glória


Cristina Buarque

Download: Banda Glória Convida Cristina Buarque - 2008

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Pra começar bem o fim de semana!

ANA COSTA no SESC Santana SP nesta Quinta, 21/01, às 21h00
A cantora carioca apresenta seu segundo trabalho ‘Novos Alvos’. Tendo iniciado a carreira acompanhando grande nomes como Martinho da Vila, como backing vocal, agora a cantora desponta como representante da nova geração do samba carioca cuja versatilidade é comprovada em suas parcerias autorais com nomes como Zélia Duncan. Teatro.

Não recomendado para menores de 12 anos

R$ 8,00 [inteira]
R$ 4,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]
R$ 2,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]

SESC Santana Dia(s) 21/01 Quinta, às 21h.

Avenida Luiz Dumont Villares, 579
Santana - São Paulo - SP - cep 02085-100

telefone: 11 2971-8700

Acessem: http://www.myspace.com/anacostasamba

domingo, 10 de janeiro de 2010

Ná Ozzetti - Show - 2001


É com muita alegria que trago este disco para voces, considero esta cantora como uma das melhores vozes do país, um timbre suave e perfeito, de uma delicadeza em suas interpretações que é de cair o queixo, fico feliz nesta postagem em poder compartilhar este disco e cantora com quem nao a conhece, por isso, deleitem-se!!!
Abraços
Daniel de Mello e a Música da Minha Gente

Maria Cristina Ozzetti nasceu em São Paulo, em 12 de dezembro de 1958.
Ná chegou de mansinho, junto com o grupo RUMO, direto para a MPB. A cantora tímida do começo dos anos 80 é uma das vozes mais consagradas da nova geração.
Com presença de palco e tons impecáveis, Ná caminha com desenvoltura pelos clássicos da MPB até o rock de Rita Lee, ou a dissonância e genialidade de Itamar Assumpção.
Com o disco "Ná", de 1994 levou três prêmios Sharp - reconhecimento merecido de uma carreira e dedicação únicas.
Em 2000, foi escolhida como a melhor intérprete, no Festival da Música Brasileira, da Rede Globo.
Ela recria cada uma das músicas que interpreta - e traz no fundo de sua voz, a doçura da fala do Rumo - sua melodia é a prova definitiva que existe alguma coisa na vida que precisamos procurar, uma voz no fundo da alma, sons, cores e alegria.



Download: Ná Ozzetti - Show - 2001